
Quando olho para o nosso momento, sinto repulsa diante de certos comportamentos. É como se vivêssemos o tempo do Apocalipse — aquele em que Deus vomitará os mornos — e, hoje, é justamente isso que se vê no comportamento da maioria: a indiferença, a covardia, o conformismo.
Como já dizia Ariano Suassuna: ‘Querem nos nivelar pelo gosto médio’ — e, segundo ele, não há nada pior do que isso. Essa ideia ressoa com o que chamo de efeito manada: uma massa que segue sem pensar, sem questionar, sem sentir.
Por isso, recolho-me. Para não compactuar com uma sociedade em que, quando falam, as palavras cortam como navalhas — afiadas não pela verdade, mas pela frieza.
Como já dizia Ariano Suassuna: ‘Querem nos nivelar pelo gosto médio’ — e, segundo ele, não há nada pior do que isso. Essa ideia ressoa com o que chamo de efeito manada: uma massa que segue sem pensar, sem questionar, sem sentir.
Por isso, recolho-me. Para não compactuar com uma sociedade em que, quando falam, as palavras cortam como navalhas — afiadas não pela verdade, mas pela frieza.

Neste post, vamos dar uma olhada nostálgica pelos momentos que ficaram para trás e explorar aquelas experiências que, por algum motivo, não vivemos. Prepare-se para refletir sobre o que poderia ter sido e como isso molda quem somos hoje. Vem com a gente nessa viagem no tempo!
A vida é injusta? Algumas pessoas vivem uma vida abastada, outros com muito pouco; e nestes dois ambientes existe falta, dor e um gande vazio.
Neste post, vamos explorar as nuances da vida, desde os altos e baixos até os momentos simples que fazem tudo valer a pena. Vem com a gente nessa jornada descontraída e cheia de reflexões!
Quem sou eu e quem é você, nesta história eu não sei dizer; o porquê e o para quê estamos aqui
Quem sou eu e quem é você, nesta história eu não sei dizer; o porquê e o para quê estamos aqui